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quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Introdução
Hoje entrei na biblioteca da Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política de SP) e procurei um livro no sistema de buscas. Não encontrei. Fiz uma pesquisa por assunto e obtive como retorno mais de 20 páginas listando áreas muito variadas. Passei então a manejar a barra de rolagem com certa displicência, até que um título me chamou a atenção: Introdução a Praxeologia. O que será isso? Não sei nada sobre esse assunto!
Refiz a pesquisa, dessa vez com a palavra introdução. Anotei os código para achar os livros nas prateleiras (330.09 L123s, e coisas do tipo), sai vagueando por entre as gôndolas e logo estava sentado com uns dez livros à minha frente, lendo prefácios sobre coisas como Contabilidade Social, Cultura Humana e Biblioteconomia. Puxa, quanta coisa sobre a qual eu não sei absolutamente nada e que tem muita gente por aí dedicando toda uma vida. Saí jactante da biblioteca com dois volumes, uma introdução à Lógica e outra à Administração de Empresas. Não sei o que vou fazer com eles.
E o de Praxeologia? Bem, eu descobri que ela é a ciência que tenta entender a ação humana e como determinados comportamentos levam a certos resultados. Achei melhor deixar pra lá.
Refiz a pesquisa, dessa vez com a palavra introdução. Anotei os código para achar os livros nas prateleiras (330.09 L123s, e coisas do tipo), sai vagueando por entre as gôndolas e logo estava sentado com uns dez livros à minha frente, lendo prefácios sobre coisas como Contabilidade Social, Cultura Humana e Biblioteconomia. Puxa, quanta coisa sobre a qual eu não sei absolutamente nada e que tem muita gente por aí dedicando toda uma vida. Saí jactante da biblioteca com dois volumes, uma introdução à Lógica e outra à Administração de Empresas. Não sei o que vou fazer com eles.
E o de Praxeologia? Bem, eu descobri que ela é a ciência que tenta entender a ação humana e como determinados comportamentos levam a certos resultados. Achei melhor deixar pra lá.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Esquerda?
Posicionamento político é algo complicado hoje em dia. Eu gosto de me definir como de esquerda, mas não sei o quanto é possível definir algo dessa maneira. Os amigos mais radicais me chamam conservador, de liberal e capitalista (adoram ressaltar o fato de eu trabalhar no banco). Aqueles que se encontram mais a direita me classificam como radical, petralha ou comunista (e também adoram ressaltar o fato de eu trabalhar no banco...).
Eu particularmente gostaria de um país mais igualitário. Essa é a palavra. A gente aprende que o Brasil é marcado por graves desigualdades sociais, com uma grande concentração de renda. Acho que todo mundo sabe disse e todo mundo sabe que não é bom.
Agora, dizer qual é a receita para atingir esse objetivo eu não me atrevo. Acho que fórmulas dogmáticas não funcionam na política. Tanto as de direita quanto as de esquerda. Entretanto, tenho para mim que certas coisas são justas e corretas e às vezes me assombra que nem todos concordem comigo. Assim defendo o direito ao aborto, cotas sociais e raciais, uso social da mídia, educação de qualidade, direito à moradia digna, fim do latifúndio, entre outras coisas que deixariam o país mais igualitário. Gosto do debate político e aceito novas ideias, desde que se saiba defendê-las.
Eu particularmente gostaria de um país mais igualitário. Essa é a palavra. A gente aprende que o Brasil é marcado por graves desigualdades sociais, com uma grande concentração de renda. Acho que todo mundo sabe disse e todo mundo sabe que não é bom.
Agora, dizer qual é a receita para atingir esse objetivo eu não me atrevo. Acho que fórmulas dogmáticas não funcionam na política. Tanto as de direita quanto as de esquerda. Entretanto, tenho para mim que certas coisas são justas e corretas e às vezes me assombra que nem todos concordem comigo. Assim defendo o direito ao aborto, cotas sociais e raciais, uso social da mídia, educação de qualidade, direito à moradia digna, fim do latifúndio, entre outras coisas que deixariam o país mais igualitário. Gosto do debate político e aceito novas ideias, desde que se saiba defendê-las.
sábado, 21 de abril de 2012
Paraguai
Comentei certa vez que gostaria de ir até o Paraguai. As pessoas logo associam tal viagem a compras. Compra de muambas na Ciudad del Este. Mas não é possível que um país reserve tão pouco. Como podemos saber tão pouco de um lugar com o qual dividimos fronteiras e fazermos constante comércio?
Na escola eu fui um pouco ensinado a ter uma certa culpa pela destruição do Paraguai na Grande Guerra (como os paraguaios chamam o conflito de 1865-70). Agora sei que não é bem assim que a história anda. Mas é um conflito marcante para nós também, foi nossa única guerra. De resto o exército brasileiro sempre foi uma força para conter conflitos internos e manter o país unificado, feito no qual foi surpreendentemente bem sucedido.
Que referências temos do Paraguai? A primeira que me vem a memória é galopeira, que nos ensina a capital do Paraguai desde cedo: "Foi num baile em Assunção, capital do Paraguai, onde eu vi as paraguaias sorridentes a bailar..."
terça-feira, 6 de março de 2012
Bicicletaço
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Queria fazer um texto grande e contar minha experiência de primeiro dia no Peru, mas não consigo entender este teclado com configuração estranha...
Impressões:
1- O Peru parece o Brasil do início dos anos 90 que vemos na TV
2- As praias são de pedra.
3- Os ônibus são muito velhos, sucata.
4- O trânsito é muito ruim e o pedestre não tem direito a nada.
5- A neblina nos perseguiu.
6- Não existe padrão para os táxis.
Impressões:
1- O Peru parece o Brasil do início dos anos 90 que vemos na TV
2- As praias são de pedra.
3- Os ônibus são muito velhos, sucata.
4- O trânsito é muito ruim e o pedestre não tem direito a nada.
5- A neblina nos perseguiu.
6- Não existe padrão para os táxis.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Estranha partida
Escrevo correndo, como sempre estou atrasado. Amanhã cedo parto pra Lima. Meu voo está marcado para 7:40. Para facilitar as coisas combinei de dormir na casa do Batatinha, sendo que o pai dele leva a gente até o aeroporto. Fiquei de sair daqui 8:30 e já são 10h.
O dia foi estranho. Claro que deixei pra fazer várias coisas em cima da hora. Dormi mal. Acordei resfriado. Tinha que deixar tudo pronto no trabalho e as coisas surgiam de todos os cantos. Havia marcado dentista e precisava comprar dólares. Sim, deixei pra compra dólares um dia antes de partir. Um pouco esperado o preço melhorar, um pouco por que é o tipo de coisa que eu faço.
A dentista fez a pior limpeza que meus dentes já tiveram. Durou uns 10 minutos, sendo que uns 5 foram para o fluor. Por sorte no mesmo prédio da sacana havia uma casa de câmbio. R$ 1,82 por dólar. Mais barato do que eu havia cotado.
Cheguei em casa a noite com a mochila por terminar. Lembrei-me de que ainda tinha que trancar um mês de academia. Desci lá e no caminho passei pela Martins Fontes. Comprei um livro de bolso com uma coletânea do Fernando Sabino. Eis meu companheiro de viagem.
Academia, beirute na padoca e farmácia (to ficando hipocondríaco). Quando vou pagar percebo que estou sem meu cartão de crédito, que tinha dado o maior trabalho pra habilitar pra uso no exterior. Por sorte consegui achá-lo na livraria.
Fiz a mochila, mas senti falta de divisões para guardar pequenas coisas. Resultado: resolvi levar duas. E ai recebo uma mensagem me informando que a praia do carnaval que estava praticamente miada vai dar certo. E tudo se ajeita. E eu me sento aqui e digito um monte de baboseiras e, sem nem reler, clico em "publicar".
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